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segunda-feira, 28 de setembro de 2009




Ela, eu adorava assistir com meu pai na TV.
E eles, eu adoro assistir com meu filho no yuotube.

domingo, 27 de setembro de 2009

Achmed



não me canso disso.

Bunny Suicide



clica na imagem, que aumenta :P

hohoho...

Porque não podia faltar...



HERMANOTEU!

Insanidade Temporária


quinta-feira, 24 de setembro de 2009


E agora o Oscar de melhor ator coadjuvante em video do Youtube segundo comentarios no Twitter, Facebook e blogs. E os nomeados são...

Noves dentro



Esse é o meu bisavô. Ele vive numa caixa de madeira debaixo da terra. Não fala muito e também cheira mal - mas é muito animado pra se brincar num tanquinho de areia.

Roubei, na cara dura, da Rê.

da série: propagandas que não foram ao ar


Mau humor ou distimia?

Os problemas do dia-a-dia geralmente causam um desconforto em muitas pessoas. E a rotina estressante pode atingir o humor de quem se abala com qualquer coisa. Mas uma atenção especial deve ser dada às pessoas que, freqüentemente, ficam mal humoradas, porque o problema pode ser muito mais do que um simples distúrbio passageiro.

A distimia é uma doença causada por mau humor crônico e influencia não só a vida do paciente como também das pessoas que convivem com ele. Segundo o psiquiatra Antônio Nardi, uma das principais dificuldades em diagnosticar a doença é a similaridade dela com questões comuns de mau humor do dia-a-dia.

"Quando algo nos incomoda, como um trânsito muito ruim ou alguém pisa no nosso pé, é natural ficar de mau humor. Esse é o que chamamos de mau humor ocasional", afirma. Mas quando estas alterações de humor são muito comuns, a doença pode estar se manifestando. "O distímico fica irritado porque está chovendo ou porque está sol. Tudo é motivo para mau humor", compara o médico.

Uma característica comum do paciente com distimia é a irritação e preocupação excessiva até quando a situação é positiva. Nardi destaca que o doente consegue ver problema em casos aparentemente 100% benéficos, como ganhar na loteria. Segundo o especialista, caso isso aconteça com ele, será normal que se preocupe com os problemas que o dinheiro trará. "Os distímicos não apresentam apenas o mau humor, ele têm também tristeza, pessimismo, baixa auto-estima e falta de prazer na maioria das atividades".

Em geral, a distimia começa a aparecer na adolescência ou no adulto jovem e pode durar a vida toda, se não for tratada. Os sintomas que mais chamam a atenção, no seu início, são a irritação com qualquer coisa, o costume de ver problemas em tudo e o isolamento social. Dados da Organização Mundial de Saúde apontam que 3% da população pode ser atingida pela doença e as mulheres são afetadas duas vezes mais do que os homens. Se a doença não for tratada (geralmente o tratamento dura dois anos), o paciente tem 70% de chance de desenvolver a depressão.

As principais diferenças entre a distimia e a depressão são a relação social do paciente e alguns sintomas físicos desta última, como alteração de apetite, sono e energia. Enquanto a pessoa depressiva busca se isolar de qualquer atividade, o distímico continua realizando suas funções normais. "A depressão dificulta o indivíduo de trabalhar, de ir a compromissos sociais e de praticar esportes e a distimia compromete a capacidade de prazer e satisfação destas atividades, mas o indivíduo não deixa de realiza-las", destaca o psiquiatra.

Por isso é mais complicado que pessoas leigas notem a doença, elas apenas percebem que há algo de errado. "Nem o distímico e nem a sua família sabem distinguir o que é a distimia e o que é o indivíduo", ressalta Nardi. Sendo assim, apenas um psiquiatra será capaz de diagnosticar e tratar a doença.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Millôr

Como escrevo

Quando, em uma entrevista, me fazem a pergunta: "Como o senhor escreveu o seu romance?", em geral corto e respondo: "Da esquerda para a direita." [...] Incidentalmente, como o Pêndulo [de Foucault] falava de um computador, o qual construía poesia e conectava eventos de modo aleatório, muitos entrevistadores queriam a todo custo que eu revelasse que todo o romance fora feito dando ao computador um programa e deixando a máquina, depois, inventar tudo. Note-se que eram todos jornalistas que trabalham em redações nas quais os artigos são escritos em computadores e vão diretamente para a impressão - e que, portamto, sabiam quanto se pode deste instrumento servil. Mas eles sabiam que estavam escrevendo para um público que ainda tinha do computador uma concepção mágica e, como se sabe, escreve-se com frequência não para dizer aos leitores a verdade, mas sim aquilo que eles desejam ouvir.

Em todo caso, a um certo ponto fiquei irritado e dei a alguém a fórmula mágica:

Antes de mais nada é preciso um computador e, obviamente, que é uma máquina inteligente que pensa para você - o que para muitos seria uma vantagem. Basta um programa de poucas linhas, até uma criança pode fazê-lo. Em seguida, insere-se no computador o conteúdo de algumas centenas de romances, obras científicas, a Bíblia, o Corão e muitas listas telefônicas (utilíssimas para os nomes dos personagens). Cerca de 120 mil páginas, digamos.

Depois, com um outro programa, procede-se à randomização, ou seja, misturam-se todos os textos, com alguns ajustes, por exemplo, eliminando-se todos os "a". Assim, além de um romance tem-se um lipograma. Chegando a esse ponto, dá-se o
print e imprime-se. Tendo eliminado os "a", resultam algo menos de 120 páginas. Depois de lê-las atentamente, várias vezes, sublinhando os trechos mais significativos, carregá-las em um Tir e levar até um incinerador. Sentar-se, então, sob uma árvore, com um carvão e papel Fabriano e, deixando vagar a mente, escrever duas linhas, por exemplo: "A lua vai alta no céu - o bosque estremece." Talvez não saia logo um romance, mas apenas um haiku japonês, porém o importante é começar.

Ninguém teve coragem de citar a minha receita secreta.

Umberto Eco, "Sobre a literatura"
Editora Record, 2003

terça-feira, 22 de setembro de 2009

o que os unicórnios comem


[adoro os animais do Doug Savage]

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

friends. confesso sou uma pessoa difícil. morrer de rir é coisa rara. poucos conseguiram. mas, este capítulo de friends me matou de rir. adoro. a cena inteira. um clássico.

vida moderna





Grande Laerte!
O mosquitinho perguntou para a mãe:
- Mãe, posso ir ao teatro?
E ela:
- Pode, mas cuidado com os aplausos.

Hohoho.