Mostrando postagens com marcador gay. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador gay. Mostrar todas as postagens

domingo, 15 de novembro de 2009

Toy Boy

Houve um tempo em que era moda dizer: “Só me arrependo do que não fiz”.
Esse arrependimento juro que não tenho.
Olhando pra trás, vejo que sempre fiz tudo o que fiquei a fim de fazer. E continuo fazendo.

Esse papo aqui é com você, que ainda há pouco reclamou comigo no telefone, que eu não tenho atualizado mais o blog, e tal. Taí.
Você, que, queira ou não, agora já faz parte dessa história que se passa em Copacabana. E que acabou desmentindo a máxima de Elie Wiesel, que um dia disse: “Depois de tudo o que já vivi, nada que me aconteça poderá me fazer muito feliz, nem muito infeliz.”


Ilustrações - Jôka P.

Tabela Internacional de Graduação do Macho

Um pouco de humor que ninguém é de ferro.

1 - ESPORTES
a.. Futebol, automobilismo, esportes radicais = MACHO
b.. Boliche, voleibol = TENDÊNCIAS GAYS
c.. Aeróbica, spinning = GAY
d.. Patinação no Gelo, Ginástica Olímpica = BICHONA
e.. Os mesmos anteriores, usando short de lycra = BICHONA LOUCA

2 - COMIDAS
a.. Capivara, javali, comida muito apimentada = CONAN
b.. Churrasco, Massas, Frituras = MACHO
c.. Peixe e salada = FRESCO
d.. Sanduíches integrais = GAY
e.. Aves acompanhadas de vegetais cozidos no vapor = BICHA ASSUMIDA

3 - BEBIDAS
a.. Cachaça, cerveja, whisky = MACHO
b... Vinho, vodka = HOMEM
c.. Caipifruta = GAY
d.. Suco de frutas normais e licores doces = MUITO GAY
e.. Suco de açaí, carambola, cupuaçu, com adoçante = PERDIDAMENTE GAY

4 - HIGIENE
a... Toma banho rápido, usa sabão em barra = LEGIONÁRIO
b.. Toma banho rápido, usa xampu e esquece das orelhas ou do pescoço = MACHO
c.. Toma banho sem pressa e curte a água = HOMEM
d.. Demora mais de meia hora e usa sabonete líquido = TENDÊNCIAS GAYS PREOCUPANTES
e.. Toma banho com sais e espuma na banheira = VIADAÇO SEM CURA

5 - CERVEJA
a.... Gelada e em grandes quantidades = DESTROÇADOR
b.. Só cervejas extra, premium e importadas = HOMEM FINO DEMAIS
c.. Só uma às vezes para matar a sede = BICHICE SOB CONTROLE
d.. Com limão e guardanapo em volta do copo = BICHA
e.. Sem álcool = GAZELA SALTITANTE

6 - PRESENTES QUE GOSTA DE GANHAR
a.. Ferramentas = OGRO
b.. Garrafa de whisky = MACHO
c.. Eletrônicos, informática, roupas de homem = HOMEM MODERNO
d.. Flores = VIADO
e.. Velas aromáticas, perfumes,doces caramelados, bombons = DONZELA VIRGEM

7 - CREMES
a.. Só creme dental = GORILA
b.. Protetor solar só na praia e piscina = HOMEM MODERNO
c.. Usa cremes no verão = BICHA FRESCA
d.. Usa cremes o ano todo = BICHONA TOTAL
e.... Não vive sem hidratante = CONSTA NA FILA DE ESPERA DA OPERAÇÃO PRA TROCA DE SEXO

8 - ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO
a.. Só dinossauros =BRUTO
b.. Tem um vira-lata que come restos da comida = HOMEM
C.. Tem cão de raça que só vive dentro de casa e come ração especial = BICHA
d.. O cão de raça dorme na sua própria cama = BICHONA TOTAL
e.. Prefere gatos = TOTALMENTE PASSIVA

9 - PLANTAS
a.. Nem pra comer = TROGLODITA
b.. Come algumas de vez em quando = RAMBO
c.. Tem umas no quintal, mas nem são regadas = HOMEM
d.. Tem plantinhas na varanda do apartamento = VIADO
e... Rega, poda e conversa com as flores do jardim = BICHONA PERDIDA

10 - RELAÇÃO COM ESPELHO
a.. Não usa = VIKING
b.. Usa para fazer barba = MACHO
c.. Admira sua pele e observa seus músculos = GAY
d.. Idem c, e ainda analisa a bunda = LOUCA
e.. Admira-se com diferentes camisas e penteados = TRAVECO

11 - PENTEADO
a.. Não se penteia ou rapa tudo = SELVAGEM
b.. Só se penteia pra sair à noite = HOMEM
c.. Penteia-se várias vezes ao dia = FRESCO
d.. Pinta o cabelo = BICHONA TOTAL
e.. Dá conselhos de penteados = BELA ADORMECIDA

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Um belo filme

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

no momento da minha vida que eu mais precisei quem segurou minha mão foi um amigo gay. acho que não preciso dizer mais nada.
Arnaldo Jabor, no jornal O Globo de 7 de março:
"Brokeback" é um filme sobre heróis machos.Eu não queria ver o filme Segredo de Brokeback Mountain. Não queria. Ver filme de viados, eu? (Escrevo viado porque, como disse Millôr, quem escreve veado é viado). Muito bem; eu resistia à ideia, mais ou menos como o Larry David (o roteirista de Seinfeld) disse, num artigo engraçadíssimo, que tinha medo de virar gay se ficasse emocionado. O viado sempre encarnou a ambigüidade de nossos sentimentos. Claro que, hoje, os civilizados todos dizem que "tudo bem, que são contra a homofobia" e todo o bullshit costumeiro. Eu mesmo já fiz filmes em que viados são protagonistas, em que o ator principal escolhe o homosexualismo no final (Toda nudez será castigada), já filmei travesti em Eu te amo e em Eu sei que vou te amar, além da biba louca do O casamento, em que o grande ator André Valli dá um show inesquecível. Em todos os meus filmes há uma boneca ativa e digna. E, no entanto, eu não queria ver o tal filme do Ang Lee, apelidado pelos machistas finos de Chapada dos Viadeiros. Minhas razões eram mais discretas, intelectuais: "Ah... porque o Ang Lee é um cineasta mediano, ah... porque será mais um filme politicamente correto, onde o amor de dois caubóis é justificado romanticamente... Vou fazer o quê no cinema? Ver mais um panfletinho que ensina que os gays devem ser compreendidos em seu desvio? Não. Não vou", pensei. Aliás, eu sou do tempo em que os viados apanhavam na cara em plena rua. Havia pouquíssimos gays declarados no Brasil. No Rio, havia o Murilinho... cantor de fox em boates, havia o Clovis Bornay e poucos outros... O viado passava na rua sob os rosnados dos boçais prontos para lhes tirar sangue. E, no anonimato, enxameavam os pobres pederastas, de terno e gravata, pais de família se esgueirando nas esquinas, nas noites escuras, em busca de satisfação. Mais tarde, com o tempo, surgiram as bichas loucas, que se assumiam com um toque de autoflagelação, de autoderrisão, caricaturas da mãe odiada e amada, que berravam e desfilavam nos carnavais num freje humorístico, que até hoje alimenta nossos shows na TV. A bicha virou uma personagem clássica do humor, como os palhaços e os bacalhaus de circo. E tudo bem... são engraçados mesmo. Depois, com os direitos civis dos anos 60, surgiu a gay power, com homossexuais fortes e de bigode, malhados, cheios de orgulho. A viadagem virou um poder político importante, claro, mas até meio sério demais, aspirando a uma normalidade que contrariava sua missão trangressiva que tanto nos acalmava. Como disse Paulo Francis um dia, sacaneando-os: "se esses caras querem todos os direitos e deveres dos caretas como nós, qual é então a vantagem de ser viado?" Em suma, por mais que aceitemos os gays, eles sempre foram uma fonte de angústia, pois atrapalham nosso sossego, nossa identidade clara. O gay é duplo, é dois, o viado tem algo de centauro, de ameaçador para a unicidade do desejo. A bicha louca ou o travesti, a biba doida ou o perobo, o boy, o puto, a santa, a tia, a paca, todos eles nos tranqüilizavam com suas caricaturas auto-excludentes. Já o gay sério inquieta. O gay banqueiro, o gay de terno, o gay forte, o gay caubói são muito próximos de nos, a diferença fica mínima. Por isso, eu não queria ver o tal filme dos caubóis. Como? Caubói de mãos dadas, dando beijos românticos, com tristes rostos diante do impossível? Não. Eu, não. Mas, aí, por falta de programa, distraidamente... (aí, hein, santa?...) fui ver o filme. E meu susto foi bem outro. O filme não me pedia aprovação alguma para o homossexualismo, o filme não demandava minha solidariedade. Não. Trata-se de um filme sobre o império profundo do desejo e não uma narração simpática de um amor desviante. O filmes se impõe assustadoramente. Os dois caubóis jovens e fortes se amam com um tesão incontido e são tomados por uma paixão que poucas vezes vi num filme, hetero ou não. Foi preciso um chinês culto para fazer isso. Americano não agüentava. Nem europeu, que ia ficar filosofando. Brokeback é imperioso, realista, sem frescuras. Eu fiquei chocado dentro do cinema, quando os dois começam a transar subitamente, se beijando na boca com a fome ancestral vinda do fundo do corpo. O filme não demandava a minha compreensão. Eu é que tinha de pedir compreensão aos autores do filme, eu é que tive de me adaptar à enorme coragem da história, do Ang Lee. Eu é que precisava de apoio dentro do cinema, flagrado, ali, desamparado no meu machismo tolerante. Eu é que era o careta, eu é que era o viado no cinema, e eles, os machos corajosos, se desejando não como pederastas passivos ou ativos, mas como dois homens sólidos, belos e corajosos, entre os quais um desejo milenar explodiu. Não há no filme nada de gay, no sentido alegre, ou paródico ou humorístico do termo. Ninguém está ali para curtir uma boa perversão. Não. Trata-se de um filme de violento e poderoso amor. É dos mais emocionantes relatos de uma profunda entrega entre dois seres, homos ou heteros. Acaba em tragédia, claro, mas não são vítimas da sociedade. Não. Viveram acima de nós todos porque viveram um amor corajosíssimo e profundo. Há qualquer coisa de épico na história, muito mais que romântica. Há um heroísmo épico, grego, como entre Aquiles e Pátroclo na Ilíada, algo desse nível. O filme não é importante pela forma, linguagem ou coisas assim. Não. Ele é muito bom por ser uma reflexão sobre a fome que nos move para os outros, sobre a pulsação pura de uma animalidade dominante, que há muito tempo não vemos no cinema e na literatura, nesses tempos de sexo de mercado e de amorezinhos narcisistas. Merece os Oscars que ganhou. Este filme amplia a visão sobre nossa sexualidade.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

A Revolta dos Perdigotos

Por João Ximenes Braga

"Homoterrorismo é a desimportância em desespero. A sexualidade é inalterável e inatingível. E quando se trata de sexualidade, só existe uma coisa no mundo que consegue ser mais desprovida de importância que a opinião pessoal: o julgamento moral.Você pode julgar quanto quiser a sexualidade alheia. Não tem importância. Você pode ser hétero e fazer a elegia dos seus amigos gays. Não tem importância. Você ser gay e fazer piadas maldosas sobre o comportamento ‘careta’ dos héteros. Não tem importância. Eles não deixarão de ser o que são.Você pode ser conservador e barrar leis no Congresso, fazer passeatas pela família, dizer que o mundo está acabando, que Deus vai punir a todos. Não tem importância, não passa do registro da fofoca, ninguém vai deixar de se deitar com quem quer. Pode até deitar escondido, ou demorar a criar coragem, mas vai deitar. Deitar e suar e trocar saliva e outros fluidos que, com sorte, ficarão na camisinha.E você pode achar isto nojento. Mas não tem importância Pois a sua opinião e o seu julgamento sobre a sexualidade alheia não tem importância. Porque é alheia. Se é alheia, é do outro; se é do outro, não é sua; não sendo sua, não vai mudar por sua causa.Você pode ser deputado crente ou padre pitboy, pode ser simpatizante ou skinhead, pode ser presidente do Irã ou suplente do PTC, grandes coisas, azar o seu, a sexualidade alheia continuará a não ser da sua conta. O pessoal vai continuar deitando e suando e trocando saliva enquanto você desperdiça os seus perdigotos uivando indignações pelas esquinas.Aí, numa desesperada tentativa de não admitir que seu julgamento moral é inútil, você joga uma bomba. Você pode até matar alguns indivíduos. Ferir outros. Emperrar a vida de muitos. Vãs tentativas de ter importância, pois não vai, jamais, impedir que o mundo gire, a lusitana rode e as pessoas se deitem com quem quiserem, como quiserem. Seu julgamento moral e sua opinião, quaisquer que sejam, serão para sempre da mais profunda desimportância.A não ser, claro, para você mesmo. Pois como diz Tennesse Williams na voz de Chance, o protagonista de ‘Doce pássaro da juventude’, a grande diferença entre as pessoas neste mundo ‘ não é entre quem é rico e pobre, bom ou mau.É entre quem tem ou teve prazer no amor e quem nunca teve prazer no amor, apenas observou, com inveja, inveja doentia’.”

O Globo – 21/06/2009

a Nível de

(João Bosco & Aldir Blanc)

Vanderley e Odilon
são muito unidos
e vão pro Maracanã
todo domingo
criticando o casamento
e o papo mostra
que o casamento anda uma bosta...
Yolanda e Adelina
são muito unidas
e fazem companhia
todo domingo
que os maridos vão pro jogo.
Yolanda aposta
que assim a nível de Proposta
o casamento anda uma bosta
e a Adelina não discorda.
Estruturou-se um troca-troca
e os quatro: hum-hum... oquéi... tá bom... é...
Só que Odilon, não pegando bem a coisa,
agarrou o Vanderley e a Yolanda ó na Adelina.
Vanderley e Odilon
bem mais unidos
empataram capital
e estão montando
restaurante natural
cuja proposta
é cada um come o que gosta.
Yolanda e Adelina
bem mais unidas
acham viver um barato
e pra provar
tão fazendo artesanato
e pela amostra
Yolanda aposta na resposta.
E Adelina não discorda
que pinta e borda com o que gosta.
É positiva essa proposta
de quatro: hum-hum... oquéi... tá bom... é...
Só que Odilon
ensopapa o Vanderley com ciúme
e Adelina dá na cara de Yoyô...
Vanderley e Odilon
Yolanda e Adelina
cada um faz o que gosta
e o relacionamento... continua a mesma bosta!

domingo, 8 de novembro de 2009

E nada lhe faltarás...





Jesus te ama.
E eu também.



"I want love, but it's impossible. A man like me: so irresponsible. A man like me is dead in places other men feel liberated. I can't love, shot full of holes. Don't feel nothing, I just feel cold. Don't feel nothing, just old scars toughening up around my heart. But I want love, just a different kind: I want love that won't break me down, won't brick me up, won't fence me in, I want a love that don't mean a thing. That's the love I want: I want love. I want love on my own terms after everything I've ever learned. Me, I carry too much baggage. Oh man, I've seen so much traffic. So bring it on, I've been bruised. Don't give me love that's clean and smooth. I'm ready for the rougher stuff - no sweet romance, I've had enough."

sábado, 7 de novembro de 2009

Meu namorado era homofóbico até descobrir que seu amigo mais gente fina da faculdade era gay. Ele achava que os gays eram todos como os meus amigos, bichas pintosas, cheias de carão, voz fanha e arquitetos. Ainda bem que ele deixou de frescura contra os gays, se não eu já ia começar a desconfiar...

Aimée & Jaguar

Outra dica...



Em dezembro de 1951, Elizabeth Bishop desembarcou no Rio para uma escala de dois dias de uma longa viagem em que buscava um sentido para sua vida. Encontrou Lota de Macedo Soares e ficou 16 anos.

Flores raras e banalíssimas conta a história desse amor entre a poeta americana e a esteta brasileira, veemente e dramático, sob o pano de fundo do Brasil dos anos 50 e 60.

Talvez por não haver, na história recente, um outro exemplo de casal feminino tão formidável, a dupla biografia de Carmen L. Oliveira vem cativando leitores tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, onde foi publicada pela Rutgers University Press, em tradução de Neil Besner, recebendo dois importantes prêmios literários. Merece, agora, uma nova edição, pela Editora Rocco.

Os primeiros tempos de vida em comum, junto à mata de Samambaia, foram de grande felicidade. Esta pode ser medida pelo fato de que moraram durante anos em uma casa em construção, compensando a precariedade com uma intensa devoção. Assumiram sua homossexualidade com surpreendente naturalidade para a época. Bishop escreveu alguns de seus mais marcantes poemas em Samambaia, conseguindo se afastar do alcoolismo.

Em 1961, Lota embarcou no ambicioso projeto de idealizar e administrar a construção de um parque à beira-mar, no aterro do Flamengo. O casal teve que se mudar para o Rio. A visão urbanística de Lota esbarrava em interesses gananciosos e seus conceitos avançados de lazer e estética não encontravam ressonância na burocracia e na política. Lota foi-se ausentando cada vez mais de casa e, com imenso desgaste, canalizando suas energias para superar os obstáculos sistematicamente colocados pelos que consideravam seu plano visionário.

Bishop, antes apaziguada na casa na neblina, viu-se só, no burburinho da cidade grande. Seu melhor depoimento sobre a cruel transição entre a exuberância natural de Samambaia e o terror urbano está em seus poemas, nos quais a bromélia é substituída por uma cadela sarnenta e, em vez das imagens sensuais da vida natural, surgem putinhas dançando o chácháchá nas calçadas de Copacabana. Bishop recaiu no alcoolismo.

A obsessão de Lota pela conclusão do parque e a crescente instabilidade emocional de Bishop contribuíram para que ambas enfrentassem uma forte crise em sua vida amorosa, agravada pelo tumulto da época, com a instalação da ditadura e o fim político de Lacerda.

Os retratos nuançados de Lota e Bishop, bem como a reconstituição impecável do momento histórico, custaram a Carmen L. Oliveira muitos anos de pesquisa em documentos inéditos, correspondência das protagonistas, a obra de Bishop, ofícios de Lota, diários, agenda pessoal, jornais, revistas e depoimentos de confidentes. Daí emergiu uma história sensacional, envolvendo pessoas extraordinárias, como José Eduardo de Macedo Soares, D. Baby Lage, Carlos Lacerda, Roberto Burle Marx, Rachel de Queiroz e Alexander Calder, todos personagens do livro.

Diz Elio Gaspari: "Carmen L. Oliveira conta a história com um estilo de dar inveja e com o perfeito domínio dos grandes personagens que conviveram com as duas. Poucas vezes a figura do governador Carlos Lacerda, ainda que coadjuvante, apareceu tão bem retratada em sua energia e voracidade cultural."

Flores raras e banalíssimas é para quem gosta de uma boa história e de História. Livro que se lê de um fôlego só.

Acho que tinham tudo a ver

TIME ON MY HANDS

time on my hands
could be time spent with you
laughing like children
living like lovers
rolling like thunder
under the covers
and i guess that's why they call it the blues

Get Your Own Player!




sexta-feira, 6 de novembro de 2009

em qualquer condição, o amor é amor, o sexo é sexo.

Uma dica...

Para quem não viu...





a história com Vanessa Redgrave e Marian Seldes, no filme Desejos Proibidos é da mais pura delicadeza diante da homossexualidade feminina.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Bi

Sou do tempo que bissexual era quem não tinha coragem de assumir. Agora é moda. As mulheres então... Quem não tiver nenhuma experiência les é quase uma pessoa com problemas sexuais. Eu, hein...



Não sou gay, mas não expulsaria Scarlett Johansson da minha cama.

:)