sábado, 6 de fevereiro de 2010
homens são egoístas, só amam suas mães a si próprios, tem certeza demais das próprias idéias, nunca se questionam, são egocêntricos, incapazes de entender o que é diferente, não tem memória, não sabem se comportar, tem inteligência social rudimentar, são obssessivos, não amadurecem, não mudam, não se conhecem a si mesmos, e mulheres vivem querendo que eles as amem para tentar preencher o vazio de não terem tido amor suficiente do próprio pai, porque afinal de contas, ele era homem.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Homens, sempre imunes.

Michel tem namorada. Tessália está solteira. Eles ficam numa festa. Tessália que é a vagabunda. Quem deveria resguardar a honra e a virtude da namorada do Michel é ela Tessália. Ele, nada tem com isso.
Todo o horror é. Quem mais condena a Tessália são elas, as mulheres.
Machismo de saias, ken kurt ?
Marcadores:
A louca da casa,
Os Homens,
relações amorosas
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
domingo, 10 de janeiro de 2010
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
domingo, 6 de dezembro de 2009
Jane Austen sabia tudo sobre os homens
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
É Pulitzer

Depois de um casamento e diária convivência com outros pais na escola das meninas, resumi meus quase dez anos de pesquisas no "Manual do pai perfeito", cujos direitos estou negociando. Esse revolucionário título mostrará o que, há séculos, fundamenta o escopo masculino na criação da prole.
Aqui está, em primeira mão, todo o conteúdo desse extraordinário livro.
"Péra que mamãe já vem."
"Olhalí a mamãe te chamando!"
Em breve, nas boas livrarias.
Foi a padaria, conheceu o mundo.
(o texto que segue é um pequeno conto, ilustra um comportamento bem comum entre a maioria dos homens. ainda bem que existem exceções que confirmam a regra)
Isaura era a timidez em pessoa. Daquelas mulheres magrinhas, atarracadas, canelas finas e risinho morto, daqueles que parecem muxoxo. Nunca se sabia se estava feliz ou triste, nunca se sabia sequer viva.
Isaura era praticamente uma estrela que esqueceu de brilhar e acabou num canto qualquer de um universo paralelo.
Acontece que Isaura, como qualquer pessoa que não existe e ainda não foi avisada disso, era o cúmulo da servidão, mas se dizia prestativa. Isaura era capaz de fazer tudo o que lhe pedissem e foi por isso e só por isso que Juvenal casou-se com ela, afinal nada melhor do que ter quem lhe faça as coisas, todas elas, de graça.
E Juvenal deu-se conta, num domingão de jogo da seleção canarinho na tv, que não tinha mais cerveja em casa. Pediu para Isaura ir até a padaria comprar e é claro que ela foi, quase que num pé de vento.
Mas, esse mesmo pé de vento não a trouxe. Isaura não voltou.
O padeiro pediu que ficasse por lá, com ele. E ela, claro ficou.
Isso Juvenal nunca havia pedido a ela.
Isaura era a timidez em pessoa. Daquelas mulheres magrinhas, atarracadas, canelas finas e risinho morto, daqueles que parecem muxoxo. Nunca se sabia se estava feliz ou triste, nunca se sabia sequer viva.
Isaura era praticamente uma estrela que esqueceu de brilhar e acabou num canto qualquer de um universo paralelo.
Acontece que Isaura, como qualquer pessoa que não existe e ainda não foi avisada disso, era o cúmulo da servidão, mas se dizia prestativa. Isaura era capaz de fazer tudo o que lhe pedissem e foi por isso e só por isso que Juvenal casou-se com ela, afinal nada melhor do que ter quem lhe faça as coisas, todas elas, de graça.
E Juvenal deu-se conta, num domingão de jogo da seleção canarinho na tv, que não tinha mais cerveja em casa. Pediu para Isaura ir até a padaria comprar e é claro que ela foi, quase que num pé de vento.
Mas, esse mesmo pé de vento não a trouxe. Isaura não voltou.
O padeiro pediu que ficasse por lá, com ele. E ela, claro ficou.
Isso Juvenal nunca havia pedido a ela.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Escolher "o" homem é difícil. Precisa ter o charme do Gerard Butler em "P.S.: Eu te amo", com o o olhar do Jude Law em "Closer". Pode ter também os olhos do Fábio Assunção em qualquer época (porque ele É lindo, independente dos problemas pelo qual passou). A boca do Cauã é bem vinda também. Corpo de Sérgio Marone e... voilá! Temos o homem perfeito. Difícil é saber se uma coisa combinaria com a outra, mas por enquanto deixa a minha imaginação fluir desconectada da realidade.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
O ÓBVIO
Superhomem - a canção
letra e música: Gilberto Gil
1979
Um dia
Vivi a ilusão de que ser homem bastaria
Que o mundo masculino tudo me daria
Do que eu quisesse ter
Que nada
Minha porção mulher, que até então se resguardara
É a porção melhor que trago em mim agora
É que me faz viver
Quem dera
Pudesse todo homem compreender, oh, mãe, quem dera
Ser o verão o apogeu da primavera
E só por ela ser
Quem sabe
O Superhomem venha nos restituir a glória
Mudando como um deus o curso da história
Por causa da mulher
******
Gilberto Gil estava hospedado na casa de Caetano Veloso no Rio de Janeiro, quando, um dia, o anfitrião chegou entusiasmado com “Super-Homem” (“Superman”), um filme que acabara de assistir, com Christopher Reeve no papel do herói. Então, Gil “viu o filme” através da narrativa de Caetano e naquela noite não conseguiu dormir. Ficara tão impressionado com a imagem do Super-homem fazendo a Terra girar ao contrário em seu movimento de rotação, a fim de voltar o tempo e salvar a mulher, que acabou pulando da cama para compor “Super-Homem — A Canção” em apenas uma hora, o que contraria o seu método habitual de trabalho: “Um dia vivi a ilusão de que ser homem bastaria / que o mundo masculino tudo me daria / do que eu quisesse ter...”
Gil esclarece no livro Todas as letras: “muita gente confundia essa música como apologia ao homossexualismo e ela é o contrário. (...) Eu tinha feito ‘Pai e Mãe’ antes, já abordara a questão, mais explicitamente da posição de ver o filho como o resultado do pai e da mãe. Em ‘Super-Homem — A Canção’, a idéia central é de que pai é mãe, ou seja, todo homem é mulher (e toda mulher é homem).” Inegavelmente, os versos finais da canção, que a princípio soam como algo conhecido, agradam em cheio o público feminino: “Quem sabe/ o Super-Homem venha nos restituir a glória / mudando como um deus o curso da história / por causa da mulher” - “Super-Homem — A Canção” (o subtítulo foi criado para diferenciar do filme) e outras composições já citadas fizeram de Realce um dos álbuns da maior importância e vendagem na discografia de Gilberto Gil (A Canção no Tempo – Vol. 2 – Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello – Editora 34).
letra e música: Gilberto Gil
1979
Um dia
Vivi a ilusão de que ser homem bastaria
Que o mundo masculino tudo me daria
Do que eu quisesse ter
Que nada
Minha porção mulher, que até então se resguardara
É a porção melhor que trago em mim agora
É que me faz viver
Quem dera
Pudesse todo homem compreender, oh, mãe, quem dera
Ser o verão o apogeu da primavera
E só por ela ser
Quem sabe
O Superhomem venha nos restituir a glória
Mudando como um deus o curso da história
Por causa da mulher
******
Gilberto Gil estava hospedado na casa de Caetano Veloso no Rio de Janeiro, quando, um dia, o anfitrião chegou entusiasmado com “Super-Homem” (“Superman”), um filme que acabara de assistir, com Christopher Reeve no papel do herói. Então, Gil “viu o filme” através da narrativa de Caetano e naquela noite não conseguiu dormir. Ficara tão impressionado com a imagem do Super-homem fazendo a Terra girar ao contrário em seu movimento de rotação, a fim de voltar o tempo e salvar a mulher, que acabou pulando da cama para compor “Super-Homem — A Canção” em apenas uma hora, o que contraria o seu método habitual de trabalho: “Um dia vivi a ilusão de que ser homem bastaria / que o mundo masculino tudo me daria / do que eu quisesse ter...”
Gil esclarece no livro Todas as letras: “muita gente confundia essa música como apologia ao homossexualismo e ela é o contrário. (...) Eu tinha feito ‘Pai e Mãe’ antes, já abordara a questão, mais explicitamente da posição de ver o filho como o resultado do pai e da mãe. Em ‘Super-Homem — A Canção’, a idéia central é de que pai é mãe, ou seja, todo homem é mulher (e toda mulher é homem).” Inegavelmente, os versos finais da canção, que a princípio soam como algo conhecido, agradam em cheio o público feminino: “Quem sabe/ o Super-Homem venha nos restituir a glória / mudando como um deus o curso da história / por causa da mulher” - “Super-Homem — A Canção” (o subtítulo foi criado para diferenciar do filme) e outras composições já citadas fizeram de Realce um dos álbuns da maior importância e vendagem na discografia de Gilberto Gil (A Canção no Tempo – Vol. 2 – Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello – Editora 34).
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
domingo, 29 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
2009.1 e 2009.2
Tenho que parar de dividir meu ano em dois, como se tivessem sido dois anos diferentes. Mas ainda não consegui juntar um semestre ao outro. Parece que, até julho, foi uma coisa. Começou agosto, virou outro ano.
Também só consigo lembrar da loucura que virou minha vida acadêmica. De janeiro a agosto eu era uma futura arquiteta, sofrendo com um professor imbecil que citou Bernard Shaw pra mim, dizendo que "quem sabe, faz, que não sabe, ensina". Na hora fiquei magoada com ele, quase chorei, mas consegui ir em frente e terminar o semestre (ele deu a mesma nota pra todo mundo e não teve a coragem de sequer folhear os trabalhos).
Em agosto, estava em duas faculdades, Letras e Arquitetura. Retomei meu curso de Letras após dois anos, reencontrei minha turma, que vai se formar no fim do ano. Comecei a fazer um curso pra ser professora de inglês e cresci bastante quando tive que lidar com teenagers descontrolados num cubículo falando na língua errada. Voltei a dançar com o pessoal do drama club, serei Michael Jackson no começo de dezembro!
Porém, o que mais marcou a minha outra metade do ano, foi que desisti do curso de Arquitetura (numa universidade pública, difícil de passar, mas enfim...) e resolvi que serei professora. Tive medo da minha decisão, principalmente porque me conheço muito bem e sei que sou tímida e falar em público não é o meu forte. Aliás, não "era" o meu forte, porque descobri que sei ensinar e que as pessoas entendem o que falo. Meu negócio é me exibir, mostrar que sei, e ajudar os outros a saberem também.
Foi um ano de organização na minha vida. De descobrir quem sou, o que quero realmente. Só espero não mudar de ideia no próximo ano! hahaha
Também só consigo lembrar da loucura que virou minha vida acadêmica. De janeiro a agosto eu era uma futura arquiteta, sofrendo com um professor imbecil que citou Bernard Shaw pra mim, dizendo que "quem sabe, faz, que não sabe, ensina". Na hora fiquei magoada com ele, quase chorei, mas consegui ir em frente e terminar o semestre (ele deu a mesma nota pra todo mundo e não teve a coragem de sequer folhear os trabalhos).
Em agosto, estava em duas faculdades, Letras e Arquitetura. Retomei meu curso de Letras após dois anos, reencontrei minha turma, que vai se formar no fim do ano. Comecei a fazer um curso pra ser professora de inglês e cresci bastante quando tive que lidar com teenagers descontrolados num cubículo falando na língua errada. Voltei a dançar com o pessoal do drama club, serei Michael Jackson no começo de dezembro!
Porém, o que mais marcou a minha outra metade do ano, foi que desisti do curso de Arquitetura (numa universidade pública, difícil de passar, mas enfim...) e resolvi que serei professora. Tive medo da minha decisão, principalmente porque me conheço muito bem e sei que sou tímida e falar em público não é o meu forte. Aliás, não "era" o meu forte, porque descobri que sei ensinar e que as pessoas entendem o que falo. Meu negócio é me exibir, mostrar que sei, e ajudar os outros a saberem também.
Foi um ano de organização na minha vida. De descobrir quem sou, o que quero realmente. Só espero não mudar de ideia no próximo ano! hahaha
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
2009...
Foi um ano de purificação. Muitos problemas de saúde na família desde primeiro de janeiro. Mas ficaram coisas positivas. União, amor, compaixão, delicadeza, respeito, carinho, fé e a recuperação de todos (menos do meu querido pai/amigo que se foi).
Conheci pessoas foférrimas, no virtual e no real. Sigo as melhores pessoas do twitter (que foi uma grata surpresa!). Fiz amizades cheias de delicadeza. Mantive todas as antigas.
Parei de beber. Voltei a fazer exercício. Presto atenção na alimentação. Comprei um carro novo (com direito a cheirinho de carro novo).
Clarinha chegou! Uma pestinha de cachorra, mas um doce de carinho.
Até aqui, não tenho do que reclamar. Vamo que vamo que dá! \o/
Assinar:
Postagens (Atom)





